A FORMA DE FUTURO DO PRETÉRITO NO PORTUGUÊS DO BRASIL E A FUNÇÃO DE POLIDEZ
FUTURO DO PRETÉRITO TENSE IN BRAZILIAN PORTUGUESE AND THE POLITENESS FUNCTION
LA FORMA DEL FUTURO DEL PRETÉRITO EN EL PORTUGUÉS DE BRASIL Y LA FUNCIÓN DE CORTESÍA
DOI:
https://doi.org/10.15446/fyf.v28n1.51973Palabras clave:
futuro do pretérito, referência temporal, polidez, interação (pt)futuro do pretérito, temporal reference, politeness, interaction (en)
futuro del pretérito, referencia temporal, cortesía, interacción (es)
Referencias
Araujo, A. S., Santos, K. C., & Freitag, R. M. K. (2014). Redes sociais, variação linguística e polidez: procedimentos de coleta de dados. Em Raquel Meister Ko. Freitag (Org.), Metodologia de Coleta e Manipulação de Dados em Sociolinguística (pp. 99-116). São Paulo: Editora Edgard Blücher.
Barbosa, T. A. M (2005). A variação entre futuro do pretérito e pretérito imperfeito do indicativo em orações condicionais iniciadas por "se" na fala uberlandense. Dissertação de Mestrado em Linguística. Universidade Federal de Uberlândia.
Bechara, E. (2009). Moderna Gramática Portuguesa. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.
Brown, P., & Levinson, S. C. (2011[1987]). Politeness: some universals in language usage. Cambridge: Cambridge University Press.
Camara, Jr., J. M. (1967). A forma verbal portuguesa em - ria. Georgetown: University Press.
Castilho, A. T. (2010). Nova gramática do português brasileiro. São Paulo: Contexto.
Costa, A. L. P. (1997). A variação entre formas de futuro do pretérito e de pretérito imperfeito no português informal no Rio de Janeiro. Dissertação de Mestrado em Linguística. Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Cunha, C., & Cintra, F. L. (1985). Nova gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.
Faraco, C., & Moura, F. M. (2003). Gramática. São Paulo: Ática.
Freitag, R. M. K. (2013). Banco de dados falares sergipanos. In Working Papers em Linguística, 14, 156-164.
Freitag, R. M. K. (2014). Dissecando a entrevista sociolinguística: estilo, sequência discursiva e tópico. Em E. M. Gorski, I. L. Coelho, & C. M. N. Souza (Eds.), Variação estilística: reflexões teórico-metodológicas e propostas de análise (pp. 125-141). Florianópolis: Insular.
Freitag, R. M. K. (2013). Banco de dados falares sergipanos. Working Papers em Linguística, 14, 156-164.
Freitag, R. M. K.; Martins, M. A., & Tavares, M. A. (2012). Bancos de dados sociolinguísticos do português brasileiro e os estudos de terceira onda: potencialidades e limitações. Alfa, 56, 917-944.
Freitag, R. M. K., & Araujo, A. S. (2011). Passado condicional no português: formas e contextos de uso. In Caligrama, 16, 199-228.
Freitag, R. M. K.; et al. (2009). O controle do gênero textual/sequências discursivas na motivação da variação linguística: apontamentos metodológicos. Em Odisseia, 3, 1-15.
Grice, H. P. (1982 [1975]). Lógica e Conversação. Em M. Dascal, (Ed.). Fundamentos metodológicos da linguística: problemas, críticas, perspectivas da linguística (João Wanderlei Geraldi, Trad.; pp. 81-103). São Paulo: Unicamp.
Kerbrart-Orecchioni, C. (2006). Análise da conversação: princípios e métodos (Carlos Piovezani Filho, Trad.). São Paulo: Parábola.
Lakoff, R. (1973). The logic of politeness; or minding your p's and q's. Paper from the Ninth Regional Meeting of the Chicago Linguistic Society. Chicago: Chicago Linguistic Society.
Leech, G. (1983). Principles of Pragmatics. London: Longman.
Meyerhoff, M. (2006). Introducing sociolinguistics. New York: Routledge.
Oliveira, J. M. (2006). O futuro da língua portuguesa ontem e hoje: variação e mudança. Tese de Doutorado em Língua Portuguesa. Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Paredes-Silva, V. L. (1999). Os gêneros de discurso na sociolinguística laboviana. Boletim da Abralin, 23, 81-93.
Perini, M. A. (2010). Gramática do português brasileiro. São Paulo: Parábola Editorial.
Rosa, M. (1992). Marcadores de atenuação. São Paulo: Contexto.
Santos, A. S. (2014). A variação entre o futuro do pretérito e o pretérito imperfeito no português falado em Feira de Santana. Dissertação de Mestrado em Estudos Linguísticos. Universidade Estadual de Feira de Santana.
Terra, E., & Nicola, J. (2004). Português: de olho no mundo do trabalho. São Paulo: Scipione.
Dimensions
PlumX
Visitas a la página del resumen del artículo
Descargas
Cómo citar
Licencia
Derechos de autor 2015 Forma y Función

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Forma y Función está suscrita al convenio Open Journal System, lo que significa que tiene el carácter de acceso abierto. Se provee acceso libre e inmediato a su contenido, bajo el principio de que hacer disponible gratuitamente los resultados de investigación contribuye a la divulgación global del conocimiento, así como al intercambio académico que propicia vínculos entre las comunidades científicas. Los usuarios pueden buscar, leer, copiar, descargar y compartir la totalidad de los textos publicados. Se autoriza su uso, siempre y cuando se conceda el crédito a los autores de los textos y a Forma y Función como fuente original de la publicación. No se permite el uso comercial de copia o distribución de contenidos, así como tampoco la adaptación, derivación o transformación alguna de estos sin la autorización previa de los autores y del editor de Forma y Función.
Los contenidos de la revista son publicados en acceso abierto bajo la Licencia Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0 Internacional. Para mayor información sobre los términos de la licencia, se puede consultar: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/legalcode.
En consonancia con la política de acceso abierto, Forma y Función no aplica cargos por el procesamiento de los textos enviados, ni por su publicación.














