Publicado

2013-01-01

Homo Ludens e o futebol-espetáculo

Palabras clave:

Johan Huizinga, Homo Ludens, esporte moderno, futebol. (es)

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Autores/as

  • Édison Gastaldo Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
  • Ronaldo Helal Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Neste artigo, propõe-se uma leitura do fenômeno futebolístico contemporâneo a partir da perspectiva do magistral Homo Ludens, obra do pensador holandês Johan Huizinga (1872-1945), originalmente publicada em 1938. Para isso, após apresentar brevemente o autor e sua obra, exploram-se algumas condições de possibilidade de ocorrência do princípio
lúdico na contemporaneidade. Para Huizinga, o “espírito do jogo” preside todas as principais manifestações da cultura humana, em todas as épocas e sociedades. Entretanto, este princípio estaria sendo pervertido no mundo moderno, em que o trabalho assumiu aspectos de um jogo (vencer a concorrência, bater o recorde de vendas) e o mundo do
jogo assumiu o caráter de trabalho (atletas profissionais, empresários, contratos, patrocinadores, confederações). Como a perspectiva libertária e humanista de Huizinga acerca do jogo pensaria o mundo do futebol contemporâneo? Ou, dito de outra forma, há espaço para uma prática de lazer criadora e humanizante no mundo do futebol?

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