Saúde mental e qualidade de vida de pessoas idosas
Mental health and quality of life of elderly people
Salud mental y calidad de vida de personas mayores
DOI:
https://doi.org/10.15446/av.enferm.v36n3.68498Keywords:
Idoso, Saúde Mental, Qualidade de Vida, Depressão (pt)Aged, Mental Health, Quality of Life, Depression (en)
Anciano, Salud mental, Calidad de Vida, Depresión (es)
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Objetivo: avaliar o estado de saúde mental, índice de depressão, humor e qualidade de vida (QV) de idosos.
Metodologia: estudo transversal quantitativo com 122 pessoas com mais de 60 anos atendidas pela atenção
primária. Os dados foram coletados com inventários de avaliação da QV (WHOQOL-OLD/WHOQOL-BREF), Escala de Depressão Geriátrica, questionário sociodemográfico e clínico e analisados com estatística descritiva.
Resultados: a maioria se considera saudável, embora 40,2 % apresentem agravos à saúde; 55,6 % usam ansiolíticos e antidepressivos; 61,5 % apresentaram depressão associada estatisticamente ao estado civil viúvo/solteiro/divorciado, sexo feminino, viver sozinho, não praticar atividades de lazer e comunitárias. A depressão foi inversamente associada ao estado civil casado, residir com outras pessoas e prática de atividade física/lazer. Houve forte associação entre aumento da intensidade dos sintomas depressivos e diminuição da QV em todos os domínios. A satisfação com a QV foi moderada, com maior pontuação em 'relações sociais' e menor no domínio físico. No WHOQOL-OLD, escores médios mais elevados nos domínios 'intimidade' e 'participação social' e menor escore no domínio 'morte e morrer'.
Conclusões: percepção de melhor QV associa-se à idade, estado civil, autopercepção de ‘estar saudável’ e ausência de depressão. Consumo de tabaco relaciona-se à pior QV em todos os domínios. A relação entre consumo de álcool e melhor avaliação no domínio ‘morte e morrer’ precisa ser elucidada.
Objective: to evaluate the state of mental health, depression mood index and the quality of life (QoL) of the elderly.
Methodology: a quantitative cross-sectional study was carried
out with 122 people over 60 years old attended by primary care. Data were collected with QoL (WHOQOL-OLD/WHOQOL-BREF), and Geriatric Depression Scale inventories with sociodemographic and clinical questionnaires.Descriptive statistics wereused in data analysis.
Results: most are considered healthy, although 40,2 % present health problems; 55,6 % use anxiolytics and antidepressants; 61,5 % presented depression, statistically associated with belonging to the female Sex, widowhood/single/divorced status, living alone and not practicing leisure and community activities. Depression was inversely associated with marital status, living with other people and practicing physical activity and leisure. There was a strong association between increased intensity of depressive symptoms and decreased quality of life in all domains. Satisfaction with their QoL was moderate, with a higher score in ‘social relations’ and lower in the ‘physical’ domain. In the WHOQOL-OLD, higher mean scores were identified in the ‘intimacy’ and ‘social participation’ domains and lower score in the ‘death and dying’ domain.
Conclusion: the perception of better QoL is associated with age, marital status, self-perception of ‘being healthy’ and absence of depression. Tobacco use is associated with poorer
QoL in all domains. The relation between alcohol consumption and better evaluation in the 'death and dying' domain needs to be clarified.
Objetivo: evaluar estado de salud mental, índice de depresión, humor y calidad de vida (CV) de ancianos.
Metodología: estudio transversal cuantitativo realizado con 122 personas con más de 60 años, atendidas por la atención primaria. Los datos se recolectaron con inventarios de evaluación de CV (WHOQOL-OLD/WHOQOL-BREF), Escala de Depresión Geriátrica y cuestionario sociodemográfico y clínico. El análisis de los datos se ejecutó mediante estadística descriptiva.
Resultados: la mayoría se considera saludable, aunque el 40,2 % presenta agravios a la salud, 55,6 % utiliza ansiolíticos y antidepresivos y 61,5 % presenta depresión, asociada estadísticamente a pertenecer al sexo femenino, estado civil viudo/soltero/divorciado, vivir solo y no practicar actividades de ocio y comunitarias. La depresión fue inversamente asociada al estado civil casado, residir con otras personas y a la práctica de actividad física y de ocio. Hubo fuerte asociación entre aumento de la intensidad de los síntomas depresivos y disminución de la CV en todos los ámbitos. La satisfacción con su CV fue moderada, con mayor puntuación en ‘relaciones sociales’ y menor en el dominio ‘físico’. En WHOQOL-OLD hubo puntuaciones medias más altas en los dominios ‘intimidad’ y ‘participación social’ y menor puntuación en el dominio ‘muerte y morir’.
Conclusión: la percepción de mejor CV se asocia a la edad, estado civil, autopercepción de ‘estar saludable’ y ausencia
de depresión. Tabaquismo se relaciona con peor CV en todos los ámbitos. La relación entre consumo de alcohol y mejor evaluación en el dominio ‘muerte y morir’ necesita ser elucidada.
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