Between Images, Objects, and Memories: Indigenous Dialogues with ethnographic collections in Europe
Entre imágenes, objetos y recuerdos: diálogos indígenas con colecciones etnográficas en Europa
Entre imagens, objetos e memórias: diálogos indígenas com coleções etnográficas na Europa
DOI:
https://doi.org/10.15446/ma.v17n2.122483Palabras clave:
Indigenous heritage, Ethnographic collections, Memory and materiality, Amazonia (en)Patrimonio indígena, Colecciones etnográficas, Memoria y materialidad, Amazonía (es)
Patrimônio indígena, Coleções Etnográficas, Memória e Materialidade, Amazônia (pt)
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This article describes a collaborative project involving Amazonian indigenous peoples (Tacana, Tsimane’, Mosetén, and Waiwai) and ethnographic collections held in European museums. Through the creation of catalogues and interaction cards, indigenous participants reconnected with objects produced by their ancestors, which today remain outside their territories, and they selected which objects would be reviewed in person at the museums. This study shows that, although images can serve as memory triggers, physical contact with objects is irreplaceable for reactivating knowledge and practices. The results highlight the agency of objects as active subjects in the production of memory, the importance of collaborative methodologies, and the need to strengthen the role of curators specializing in anthropology. Overall, the study demonstrates that museums can be spaces for intercultural dialogue, historical reconciliation, and cultural revitalization.
Este artículo describe un proyecto colaborativo en el que participaron pueblos indígenas amazónicos (Tacana, Tsimane’, Mosetén y Waiwai) y colecciones etnográficas conservadas en museos europeos. Mediante la creación de catálogos y tarjetas de interacción, los participantes indígenas volvieron a conectar con objetos producidos por sus antepasados, que hoy en día permanecen fuera de sus territorios, y seleccionaron los objetos que se podrían ver en persona en los museos. Este estudio muestra que, aunque las imágenes pueden funcionar como desencadenantes de la memoria, el contacto físico con los objetos es insustituible para reactivar conocimientos y prácticas. Los resultados ponen de relieve la agencia de los objetos como sujetos activos en la producción de la memoria, la importancia de las metodologías colaborativas y la necesidad de reforzar el papel de los curadores especializados en antropología. En general, el estudio demuestra que los museos pueden ser espacios de diálogo intercultural, reconciliación histórica y revitalización cultural.
Este artigo descreve o projeto colaborativo no qual participaram povos indígenas amazônicos (Tacana, Tsimane’, Mosetén e Waiwai) e coleções etnográficas conservadas em museus europeus. Através da criação de catálogos e cartões de interação, os participantes indígenas voltaram a conectar-se com objetos produzidos pelos seus antepassados, que hoje permanecem fora dos seus territórios, e selecionaram os objetos que poderiam ser vistos pessoalmente nos museus. O estudo mostra que, embora as imagens possam funcionar como gatilhos da memória, o contacto físico com os objetos é insubstituível para reativar conhecimentos e práticas. Os resultados destacam a agência dos objetos como sujeitos ativos na produção da memória, a importância das metodologias colaborativas e a necessidade de reforçar o papel dos curadores especializados em antropologia. Em geral, o estudo demonstra que os museus podem ser espaços de diálogo intercultural, reconciliação histórica e revitalização cultural.
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