A intersecção entre a Hermenêutica, a História Cultural e a teoria praxiológica para o estudo de trajetórias
The intersection between Hermeneutics, Cultural History, and praxeological theory for the study of trajectories
La intersección entre la hermenéutica, la historia cultural y la teoría praxeológica para el estudio de las trayectorias
DOI:
https://doi.org/10.15446/hys.n51.122135Palabras clave:
história, método histórico, biografias, História Oral, prosopografia, História Social (pt)historia, método histórico, biografías, historia oral, prosopografía, historia social (es)
history, historical method, biographies, oral history, prosopography, social history (en)
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O presente artigo procurou demonstrar a relação de interdependência entre o método— Hermenêutica, História Cultural e teoria praxiológica — as opções técnicas para aproximação das fontes —pesquisa bibliográfica, documental e de campo (História Oral)— e a metodologia da prosopografia para análise de trajetórias. Para tanto, buscou-se delinear alguns pressupostos da Hermenêutica, História Cultural e da teoria praxiológica; explicitar a possível relação entre esses construtos teóricos; e explanar sobre executáveis opções técnicas para coleta de fontes e a profícua utilização da prosopografia como metodologia de análise. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica que contou com o arcabouço teórico: Hermenêutica de Ricoeur, da História Cultural e representações de Chartier e Burke; do pressuposto da teoria praxiológica— habitus, capitais e campo— de Bourdieu, da metodologia da História Oral de Amado e Ferreira; e da prosopografia de Stone. Os resultados demonstram que, nos estudos de trajetórias, a articulação entre Hermenêutica, História Cultural e teoria praxiológica constitui um caminho possível para compreender historicamente modos de agir e pensar, relacionando representações e práticas aos contextos de interdependência que moldam os espaços sociais.
This article sought to demonstrate the interdependent relationship between theHermeneutics method, Cultural History, and praxeological theory— the technical options forapproaching sources— (bibliographic, documentary, and field research, Oral History) —, and themethodology of prosopography for trajectory analysis. To this end, it aimed to outline someassumptions of Hermeneutics, Cultural History, and praxeological theory; to explain the possiblerelationship between these theoretical constructs; and to discuss feasible technical options forsource collection and the fruitful use of prosopography as an analytical methodology. This isbibliographic research that relied on the theoretical framework of Ricoeur’s Hermeneutics,Chartier and Burke’s Cultural History and representations; and the assumptions of praxeologicaltheory— habitus, capital and field— of Bourdieu, of the methodology of Oral History of Amadoand Ferreira; and of the prosopography of Stone. The results demonstrate that, in trajectorystudies, the articulation between Hermeneutics, Cultural History, and Praxeological Theoryconstitutes a possible path to historically understand ways of acting and thinking, relatingrepresentations and practices to the contexts of interdependence that shape social spaces.
Este artículo buscó demostrar la interdependencia entre la hermenéutica, la historia cultural y la teoría praxeológica, las opciones técnicas para el abordaje de fuentes (bibliográficas, documentales y de campo - historia oral) y la metodología de la prosopografía para el análisis de trayectorias. Para ello, se propuso esbozar algunos postulados de la hermenéutica, la historia cultural y la teoría praxeológica; explicar la posible relación entre estos constructos teóricos; y analizar opciones técnicas viables para la recolección de fuentes y el uso fructífero de la prosopografía como metodología analítica. Se trata de una investigación bibliográfica sustentada en el marco teórico de la hermenéutica de Ricoeur, la historia cultural y el concepto de representaciones desarrollado por Chartier y Burke, así como en los presupuestos de la teoría praxeológica de Bourdieu —habitus, capital y campo—, la metodología de la Historia Oral propuesta por Amado y Ferreira, y la prosopografía de Stone. Los resultados muestran que, en los estudios de trayectoria, la articulación entre la hermenéutica, la historia cultural y la teoría praxeológica constituye una vía fecunda para comprender históricamente las formas de pensar y actuar, al vincular las representaciones y las prácticas con los contextos de interdependencia que configuran los espacios sociales.
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