Publicado

2017-07-01

Islândia: o florescimento da ilha peruana na fronteira

Islandia: the blossoming of the Peruvian island at the border

Islandia: el florecimiento de la isla peruana en la frontera

DOI:

https://doi.org/10.15446/ma.v8n2.64514

Palabras clave:

fronteira, urbanismo, Amazônia, engenharia, várzea (pt)
frontier, urbanism, Amazon, engineering, floodplain (en)
frontera, urbanismo, Amazonia, ingeniería, várzea (es)

Autores/as

  • Alex Sandro Nascimento Souza Universidade Federal do Amazonas
  • José Aldemir Oliveira José Aldemir de Oliveira Professor Titular da UFAM/DEGEO, bolsista produtividade do CNPq Lider do Núcleo de Estudos e Pesquisas das Cidades na Amazônia - NEPECAB

A partir de uma perspectiva pautada na análise do cotidiano nas cidades de fronteira, apresenta-se breve estudo e reflexões sobre Islândia no Peru. Localizada precisamente às margens do rio Javari no lado oposto a Benjamin Constant (Brasil), essa cidade amazônica vem apresentando proeminência urbanística na destacada fronteira. Nos últimos dez anos a expressão “fronteiras vivas”, oriunda de uma política de ocupação das fronteiras do governo peruano, no sentido de povoar como direito efetivo da posse do território, se concretiza na cidade acima citada com implemento de obras urbanísticas, como feira municipal, área comercial, escolas de tempo integral e internato, ginásio esportivo e novas passarelas de concreto. No que tange à engenharia de várzea e o direito a cidade, Islândia se sobressai nos últimos anos às demais cidades da fronteira. 

This paper focuses upon a place called the Vertical Village, a building in the center of Rio de Janeiro inhabited exclusively by indigenous peoples from different ethnic groups belonging to different parts of the country. In this paper, we discuss questions related to the experience of being indigenous in a city, the construction of a residential space as a village, and the constitution of indigenous identity in the urban context. Following the paths of three inhabitants of the building, the questions considered emerge from their transiting between cities and villages, frontiers either real or imaginary, prejudices and expectations of indigenous identity.

Desde una perspectiva guiada por el análisis diario en las ciudades fronterizas, se presenta un breve estudio y reflexiones sobre Islandia, en Perú. Situada a orillas del río Yavarí, frente a Benjamin Constant (Brasil), esta ciudad amazónica ha adquirido protagonismo urbano en esta zona fronteriza. Durante la última década la expresión “fronteras vivas”, procedente de una política de ocupación de las fronteras del gobierno peruano como un derecho efectivo de posesión del territorio de las personas, se concretiza en la mencionada ciudad con la implementación de obras urbanísticas como el mercado municipal, escuelas de tiempo integral e internado,  centro de deportes y nuevas vías de concreto. En cuanto a la ingeniería de la várzea y el derecho a la ciudad, Islandia destaca en los últimos años frente a otras ciudades fronterizas.

Referencias

Pronex (Programa de Apoio a Núcleos de Excelência) financiado pela Fapeam – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas e pelo CNPq; Bolsista Capes.

[T1]Referências

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Cómo citar

Souza, A. S. N., & Oliveira, J. A. (2017). Islandia: el florecimiento de la isla peruana en la frontera. Mundo Amazónico, 8(2), 11-26. https://doi.org/10.15446/ma.v8n2.64514