Comprendiendo la dinámica ambiental del centro oeste brasileño: un análisis del uso y cobertura de la tierra y de la dinámica de los focos de incendios en la cuenca hidrográfica del río Araguaia
Understanding the Environmental Dynamics of the Brazilian Central West Re-gion: An Analysis of the Land Use and Cover and Wild Fire Dynamics in the Ara-guaia River Basin
Compreendendo a dinâmica ambiental do Centro Oeste brasileiro: uma análise do uso e cobertura da terra e da dinâmica dos focos de incêndios na bacia hidrográfi-ca do rio Araguaia
DOI:
https://doi.org/10.15446/rcdg.v34n1supl.97246Palabras clave:
cerrado brasileño, cuenca hidrográfica, incendios forestales, sistemas de información geográfica, uso y cobertura de la tierra, ocupación (es)Brazilian cerrado, river basin, wildfires, geographic information systems, land use and land cover, land occupation (en)
cerrado brasileiro, bacia hidrográfica, queimadas, sistemas de informações geográficas, uso e cobertura da terra, , ocupação da terra (pt)
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La cuenca hidrográfica del río Araguaia es uno de los principales cursos de agua de Brasil, y se extiende por una región que alberga los mayores remanentes de vegetación nativa del bioma Cerrado, el segundo más extenso del país. Este estudio analizó, a lo largo de 33 años (1985-2019), las transformaciones en el uso y la cobertura de la tierra, así como la dinámica espacial de los incendios entre 2002 y 2020. Los resultados indican un aumento del 107 % en las áreas destinadas a la agropecuaria, acompañado de una reducción del 37,8 % en las áreas de formación forestal. Las formaciones naturales no forestales (sabánicas y campestres) mostraron una disminución adicional del 13,3 %. Los datos del Instituto Nacional de Investigaciones Espaciales (INPE) revelan que, aunque los pastizales concentran la mayor parte de los focos de calor (39 %), las fitofisionomías del Cerrado representaron el 61,7 % de los focos en el periodo analizado, destacándose las formaciones sabánicas (27,3 %), forestales (19,4 %) y campestres (15,1 %). Es importante señalar que los focos de incendio se concentraron en unidades de conservación y tierras indígenas, lo que evidencia la vulnerabilidad de estos territorios. Los datos sugieren una intensificación de las presiones antrópicas sobre las áreas de vegetación natural, lo que subraya la urgencia de implementar estrategias integradas de manejo territorial para la conservación de los ecosistemas del Cerrado y la protección de los recursos hídricos nacionales.
The Araguaia River Basin is one of the main watercourses in Brazil, extending through a region that contains the largest remnants of native vegetation of the Cerrado biome, the country’s second-largest biome. This study analyzed, over 33 years (1985-2019), the transformations in land use and land cover, as well as the spatial dynamics of wildfires between 2002 and 2020. The results indicate a 107 % increase in areas designated for agricultural use, accompanied by a 37.8 % reduction in forest formations. Non-forest natural formations (savanna and grassland) showed an additional 13.3 % decrease. Data from the National Institute for Space Research (INPE) reveal that, although pastures concentrate most fire hotspots (39 %), Cerrado phytophysiognomies accounted for 61.7 % of the hotspots during the analyzed period, with a predominance of savanna formations (27.3 %), forest formations (19.4 %), and grasslands (15.1 %). Notably, fire hotspots were concentrated within conservation units and Indigenous lands, indicating the vulnerability of these territories. The data suggest increasing anthropogenic pressures on areas of natural vegetation, emphasizing the urgency of integrated land management strategies for conserving Cerrado ecosystems and protecting national water resources.
A bacia hidrográfica do rio Araguaia é um dos principais cursos d’água do território brasileiro, estendendo-se por uma região que abriga os maiores remanescentes de vegetação nativa do bioma Cerrado, o segundo maior do país. Este estudo analisou, ao longo de 33 anos (1985-2019), as transformações no uso e cobertura da terra, bem como a dinâmica espacial dos incêndios entre 2002 e 2020. Os resultados indicam um aumento de 107 % nas áreas destinadas à agropecuária, acompanhado por uma redução de 37,8 % nas áreas de formação florestal. As formações naturais não florestais (savânicas e campestres) apresentaram um decréscimo adicional de 13,3 %. Os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) revelam que, embora as pastagens concentrem a maior parte dos focos de calor (39 %), as fitofisionomias do Cerrado responderam por 61,7 % dos focos no período analisado, com destaque para as formações savânicas (27,3 %), florestais (19,4 %) e campestres (15,1 %). Notadamente, os focos de incêndio concentraram-se em unidades de conservação e terras indígenas, indicando a vulnerabilidade desses territórios. Os dados sugerem a intensificação das pressões antrópicas sobre áreas de vegetação natural, ressaltando a urgência de estratégias integradas de manejo territorial para a conservação dos ecossistemas do Cerrado e a proteção dos recursos hídricos nacionais.
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