Transformando el odio en orgullo: el funk y el rap travesti brasileño como subversión espacial
Turning Hatred into Pride: Brazilian Travesti Funk and Rap as Spatial Subversion
Transformando o ódio em orgulho: o funk e o rap travesti brasileiro como subversão espacial
DOI:
https://doi.org/10.15446/rcdg.v35n2.120366Palabras clave:
arte, derecho de ciudadanía, odio, transexual, travesti (es)arte, cidadania, ódio, transexual, travesti (pt)
art, citizen rights, hatred, transgender, travesti (en)
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El artículo busca analizar el movimiento de resistencia de la identidad travesti en Brasil, frente al creciente conservadurismo de la sociedad brasileña. Para desarrollar la investigación, se realizaron ocho entrevistas con líderes políticos del movimiento travesti y transexual brasileño. Las entrevistas revelaron la influencia del arte en los procesos políticos de reivindicación de derechos de ciudadanía por parte de travestis y transexuales. Por lo tanto, exploramos el universo artístico del funk y el rap producido por travestis negras, residentes de favelas como Linn da Quebrada y Bixarte. Los resultados muestran que existe un movimiento para transformar la identidad travesti y darle un nuevo significado positivo. Basándose en estrategias para transformar el odio en orgullo, las travestis brasileñas producen su propio conocimiento y utilizan el arte para comunicar sus procesos de lucha por el reconocimiento de sus derechos y contra la deshumanización de sus cuerpos.
This article aims at analyzing the travesti identity movement of resistance in Brazil, while facing growing conservatism in Brazilian society. The research was developed by means of eight interviews with political leaders of the Brazilian transgender and travesti movement. The interviews revealed the influence of art in political processes that demand citizen rights by travestis and transgender individuals. Therefore, we explored the artistic universe of funk and rap produced by black travestis, who live in slums such as Linn da Quebrada and Bixarte. The results showed that there is a movement of transformation of the travesti identity through a positive resignification of the term. From strategies to transform hatred into pride, Brazilian travestis produce their own knowledge and use art to communicate their processes of fight for the recognition of their rights and against the dehumanization of their bodies.
O artigo tem por objetivo analisar o movimento de resistência da identidade travesti no Brasil, frente ao crescente conservadorismo da sociedade brasileira. Para o desenvolvimento da pesquisa foram realizadas oito entrevistas com lideranças políticas do movimento transexual e travesti brasileiro. As entrevistas revelaram a influência da arte nos processos políticos de reivindicação dos direitos de cidadania por parte de travestis e transsexuais. Portanto, exploramos o universo artístico do funk e do rap produzido por travestis negras, moradoras de favelas como Linn da Quebrada e Bixarte. Os resultados evidenciam que há um movimento de transformação da identidade travesti, por meio de uma ressignificação positiva do termo. A partir de estratégias de transformação do ódio em orgulho, as travestis brasileiras produzem saberes próprios e usam da arte para comunicar seus processos de luta por reconhecimento de seus direitos e contra a desumanização de seus corpos.
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