Os ecomuseus como elementos estruturantes de espaços culturais e dinamizadores de estratégias de turismo local
Ecomuseums as Elements that Structure Cultural Spaces and Dynamize Local Tourism Strategies
Los ecomuseos como elementos que estructuran los espacios culturales y dinamizadores de estrategias de turismo local
DOI:
https://doi.org/10.15446/rcdg.v23n2.37190Palabras clave:
valorização patrimonial, ecomuseu, identidade cultural, marketing territorial, turismo cultural (pt)valuation of heritage, ecomuseum, cultural identity, territorial marketing, cultural tourism (en)
valorização patrimonial, ecomuseu, identidade cultural, marketing territorial, turismo cultural (es)
Descargas
El carácter multidimensional de los Ecomuseos les confiere una dialéctica particular al intensificar las relaciones entre patrimonio, desarrollo y sustentabilidad. Esta perspectiva le permite a los ecomuseos asumir un papel que agrega y dinamiza los diferentes componentes de la realidad regional en el que opera, valorando la diversidad de recursos y desarrollando actividades que integran estos espacios. De esta forma, uno de los objetivos de los ecomuseos será evidenciar la identidad cultural del territorio. Es necesario defender un proyecto de desarrollo basado en factores endógenos que movilicen los pueblos locales para la promoción y divulgación de los recursos existentes. Los ecomuseos deben tener un papel importante como promotores turísticos a través de la concepción y promoción de productos específicos para el espacio en que se desenvuelve, siguiendo una agenda cultural que resulta de la organización selectiva de la oferta turística.
Referencias
Alcantara, Leonardo Cintra 2007. “Trilhas interpretativas da natureza”. Monografia de Especialização em Turismo e Desenvolvimento Sustentável, Universidade de Brasília (UnB), Brasília, Brasil.
Alves, Teresa. 2001. “Paisagem: em busca do lugar perdido”. Finisterra: Revista Portuguesa de Geografia 36 (72): 67-74.
Babo, Elisa e Paula Guerra. 2005. “As relações paradigmáticas entre património e desenvolvimento: o caso do Ecomuseu do Barroso”. http://repositorioberto.up.pt/bitstream/10216/53702/2/paulaguerrarelaes000119967.pdf (consultado em setembro 2012).
Barbuy, Heloisa. 1995a. “A exposição universal de 1889: visão e representação na sociedade industrial”. Tese de mestrado em História Social, Universidade de São Paulo, Brasil.
Barbuy, Heloisa. 1995b. “A conformação dos ecomuseus: elementos para compreensão e análise”. Anais do Museu Paulista 3:209-236.
Bellaigue, Mathide. 1989. “Georges Henri Rivière et Ia genese de l’écomusée de Ia Communauté Le Creusot-Montceaules-Mines”. Em La muséologie selon Georges Henri Riviere, 164-165. Paris: Bordas/Dunod.
Bellaigue, Mathide. 1993. “Uma nova visão do passado”. Memória 5 (19): 74-77.
Benko, Georges. 2000. “Estrategias de comunicación y marketing urbano”. Eure (Santiago): Revista Latinoamericana de Estudios Urbanos Regionales 26 (79): 67-76.
Bérard, Laurence e Philippe Marchenay. 2004. Les produits de terroir: entre culture etrèglements. Paris: CNRS.
Câmara Municipal de Boticas. s. d. “Notícias”. http://www.cm-boticas.pt/ (consultado em outubro 2011).
Chagas, Mário. 2000. “Memória e poder: contribuição para a teoria e a prática nos ecomuseus”. Anais do II Encontro internacional de ecomuseus: comunidade, patrimônio e desenvolvimento sustentável e IX ICOFOM-LAM: museologia e desenvolvimento sustentável na América Latina e Caribe, 12-
17 a 20 de maio. Rio de Janeiro: ICOFOM-LAM. http://network.icom.museum/fileadmin/user_upload/minisites/icofom/pdf/00.pdf (consultado em setembro 2012).
Cidrais, Álvaro. 1998. “O marketing territorial aplicado às cidades médias portuguesas: os casos de Évora e de Portalegre”. Tese de mestrado em Geografia, Universidade de Lisboa, Portugal.
Correia, Ricardo e Carlos Brito. 2009. “Uma abordagem relacional ao desenvolvimento dos Territórios”. Atas do II Congreso Lusófono de Ciencia Regional, I Congreso de Ciencia Regional de Cabo Verde, XV Congreso de la Asociación Portuguesa de Desarrollo Regional e III Congreso de Gestión y Conservación de la Naturaleza, 2403-2413. 6 a 11 de julho. Praia: Associação Nacional dos Municípios de Cabo Verde http://www.apdr.pt/congresso/2009/pdf/Sess%C3%A3o%2011/21A.pdf (consultado em setembro 2012).
Criado Boado, Felipe. 1999. “Del terreno al espacio: planteamientos y perspectivas para la arqueología del paisaje”. Cadernos de Arqueoloxía e Patrimonio (CAPA) 6:1-28.
Dias, Jorge. 1993. “Aspectos da vida pastoril em Portugal”. Estudos de Antropologia 2: 271-315. Lisboa: Imprensa Nacional, Casa da Moeda.
Dias Baptista, José. 2006. Montalegre. Montalegre: ON, CCDRn, União Europeia FEDER, Ecomuseu.
Domingues, Álvaro. 2001. “A paisagem revisitada”. Finisterra 36 (72): 55-66.
Ecomuseu de Barroso. s. d. “Ecomuseu de Barroso”. http://www.ecomuseu.org (consultado em outubro 2011).
Ellis, Frank. 2000. Rural Livelihoods and Diversity in Developing Countries. Oxford: Oxford University Press.
Filho, Ari da Silva. 2008. “Turismo e cultura: uma proposta de roteiro turístico para a estância de São Pedro (SP)”. Revista Eletrônica de Turismo Cultural 2 (1): 1-20. http://www.eca.usp.br/turismocultural/retc01.htm.
Fonseca, Fernando Pereira da. 2006. “O planeamento estratégico em busca de potenciar o território: O caso de Almeida”. Tese de mestrado em Engenharia Municipal, Universidade do Minho, Braga, Portugal.
Fontes, António Lourenço. 1992. “Crenças e tradições de Barroso”. Vol. 1 de Etnografia Transmontana. Lisboa: Domingos Barreira.
Gonçalves, José Reginaldo Santos. 2005. “Ressonância, materialidade e subjetividade: as culturas como patrimônios”. Horizontes Antropológicos 11 (23): 15-36.
Gonçalves, José Reginaldo Santos. 2007. Antropologia dos objetos: coleções, museus e patrimônios. Rio de Janeiro: MinC, Iphan, Demu.
Gonçalves, Paula Alexandra Couto. 2008. “O sagrado no imaginário barrosão. E em padre António Lourenço Fontes: estudo etnolinguístico”. Tese de mestrado em Ensino da Língua e da Literatura Portuguesas, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal.
González, Xosé. 2001. Planeamento estratéxico e mercadotecnia territorial. Vigo: Universidade de Vigo.
Hein, Hilde. 2000. The Museum in Transition: A Philosophical Perspective. Washington: Smithsonian Institution Press.
Hubert, François. 1985. “Les écomusées em France: contradictions et déviations”. Museum 37 (4): 186-190.
Jorge, Vítor Oliveira. 2005. “Património, neurose contemporânea? Alguns apontamentos sobre o papel da memória colectiva na Idade da Fragmentação”. Em Conservar para quê?, coordenado por Vítor Oliveira Jorge, 13-25. Anais da VIII Mesa Redonda de Primavera, 26 e 27 de março de 2004. Porto: Universidade do Porto.
Junta de Freguesia de Solveira. s. d. “Historial”. http://solveira.pt/portal/freguesia/historia.php (consultado em outubro 2011).
Kastenholz, Elisabeth. 2008. “Dinamizar e valorizar territórios rurais por intermédio do Marketing”. Pessoas e Lugares: Jornal de animação da Rede Portuguesa Leader+ 53:3.
Kotler, Philip, Donald Haider e Irving Rein. 1992. Marketing Places: Attracting Investiment, Industry, and Tourism to Cities, States, and Nations. New York: Simon & Schuster.
Mairesse, François, Lynn Maranda e Ann Davies, dir. 2007. Defining the Museum. Mariemont: ICOFOM.
Mancini, Lorena Angélica. 2007. “Turismo cultural: proposta de roteiro interpretativo para o município de São Francisco do Sul (SC)”. Tese de mestrado em Turismo e Hotelaria, Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI), Balneário Camboriú.
Martins, Maria Terezinha Resende. 2005. “Ações dos ecomuseus para a proteção ambiental: o caso Ecomuseu do Cerrado”. Tese de mestrado em Planejamento e Gestão Ambiental, Universidade Católica de Brasília, Brasil.
Martins, Nuno e Cláudia Costa. 2009. “Património, paisagens culturais, turismo, lazer e desenvolvimento sustentável: parques temáticos vs parques patrimoniais”. Exedra: Turismo e Património, 51-76.
Mattos, Yára. 2006. “Ecomuseu, desenvolvimento social e turismo”. Jornal Quarteirão 6-7.
Mattos, Yára. 2007. “Museus e o sentido universal do patrimônio”. Revista Museu 18:1-3. http://www.revistamuseu.com.br/18demaio/artigos.asp?id=12758 (consultado em setembro 2012).
Mattos, Yára. 2011. “Memória, comunidade, identidade”. Revista Museu 18:1-3. http://www.revistamuseu.com.br/18demaio/artigos.asp?id=28654 (consultado em setembro 2012).
Moreira, Marcina Amália Nunes. 2010. “Turismo e interpretação da paisagem em fazendas, caminhos e aglomerados rurais: roteiros de Alto do Rio Doce-MG”. Tese de mestrado em Geografia, Universidade Federal de Minas Gerais, Brasil.
Nora, Pierre. 1984. “Entre mémoire et histoire: La problematique dês lieux”. Em Les lieux de mémoire, vol. 1 de La Republique, editado por Pierre Nora, 15-42. Paris: Gallimard.
Oliveira, Edinete Pinheiro de. 2009. “Concepção e implantação do Ecomuseu da Amazônia: o estudo de suas possibilidades a partir do Distrito de Icoaraci (Paracuri e Orla)”. Tese de mestrado em Desenvolvimento e Meio Ambiente Urbano, Universidade da Amazônia, Belém, Brasil.
ONU (Organização das Nações Unidas). 1972. Memórias da XVII Conferência geral da Organização das Nações Unidas para a educação ciência e cultura: protecção do património mundial, cultural e natural, 17 de outubro a 21 de novembro. Paris. ONU. http://whc.unesco.org/archive/conventionpt.pdf (consultado em setembro 2012).
Panizza, Mario. 2001. “Geomorphosites: Concepts, Methods and Examples of Geomorphological Survey”. Chinese Science Bulletin 46:4-6. DOI: 10.1007/BF03187227.
Panizza, Mario e Sandra Piacente. 1993. “Geomorphological Assets Evaluation”. Zeitschrift fur Geomorphologie Suppl. Bd. 87:13-18.
Panizza, Mario e Sandra Piacente. 2008. “Geomorphosites and Geotourism”. Revista Geográfica Acadêmica 2 (1): 5-9.
Pedrosa, António e Andreia Pereira. 2008. “A geografia e as novas estratégias de desenvolvimento de territórios periféricos”. Revista geografia: esino e pesquisa, eixo 2, 12 (1): 151-178. Anais do V Seminário Latino-Americano e I Ibero-Americano de Geografia Física: aproximando experiências para a sustentabilidade de um ambiente globalizado, 12 a 17 de maio. Santa Maria: Comitê Latino-americano de Geografia Física.
Pedrosa, António e Andreia Pereira. 2009a. “Synergies Between the Cultural Landscape and the Development of ‘Alto Barroso’ Region: Linking Multifunctional Farming, Traditional Products and Tourism Offer”. Eucland Project Conference: European Culture Expessed in Agricultural Landscape, 22 a 23 de setembro. Cambridge: Universidade de Cambridge.
Pedrosa, António e Andreia Pereira. 2009b. “Touring cultural e paisagístico no Alto Barroso: uma proposta integradora de patrimónios pela compreensão holística do território”. Atas do II Jornadas Internacionais de turismo: dinâmicas de rede no turismo cultural e religioso, 5 a 7 de novembro. Maia e Ponte de Lima: CEDTUR. http://www.pluridoc.com/Site/FrontOffice/default.aspx?module=Files/FileDescription&ID=6225&V=1 (consultado em setembro 2012).
Pedrosa, António e Andreia Pereira. 2012. “A paisagem cultural como linha de concepção de uma rota turística: o exemplo do Alto Barroso - Norte de Portugal”. Revista Geonorte 2 (4): 46-59.
Pedrosa, António e Tulio Barbosa. 2012. “O ecomuseu como elemento estratégico para o desenvolvimento local-regional e agente definidor de geoestratégias de sustentabilidade dos territórios”. Atas do XXI Encontro Nacional de Geografia Agrária: territórios em disputa; os desafios da geografia agrária nas contradições do desenvolvimento brasileiro, Eixo 9 - Comunidades, Povos Tradicionais e Sustentabilidade, 15 a 19 de outubro. Uberlândia: Universidade Federal de Uberlândia.
Pereira, Andreia. 2012. “Será o património geomorfológico uma inusitada âncora do touring cultural e paisagístico? Proposta de valorização turística das relações subjacentes à paisagem construída”. Atas do IX Colóquio Ibérico de Estudos Rurais (IX CIER): (I) Mobilidades e (Des)Envolvimentos; o Rural Desafiado, 27 a 28 de julho. Lisboa: Centro de Estudos Geográficos (CEG), Instituto de Geografia e Ordenamento do Território (IGOT), Sociedade Portuguesa de Estudos Rurais (SPER), Asociación Española de Economía Agraria (AEEA).
Pereira, Andreia e António Pedrosa. 2007. “Paisagem cultural das montanhas do Noroeste de Portugal: um ciclo de construção, desestruturação e reconversão”. Territorium 14:45-61.
Pereira, Andreia e António Pedrosa. 2010. “Alto Barroso Region: Placing Cultural Landscape at the Core of the Sense of Place and at the Centre of the Economic Strategy”. Trabalho apresentado na II Moravian Conference on Rural Research: EURORURAL ‘10; European Countryside under Globalization, agosto 30 a setembro 3. Brno: Mendel University Brno, Faculty of Agronomy, Department of Applied and Landscape Ecology.
Pereira, Andreia, Madalena Silva e Ricardo Pereira. 2008. “Serra d’Arga: a marca como vector de desenvolvimento”. Atas do VII Colóquio Ibérico de Estudos Rurais (VII CIER): cultura, inovação e território, 23 a 25 de outubro. Coimbra: Sociedade Portuguesa de Estudos Rurais (SPER), Escola Superior Agrária de Coimbra (ESAC). http://www.pluridoc.comSite/FrontOffice/default.aspx?module=Files/FileDescription&ID=2795&state=FD (consultado em setembro 2012).
Pereiro, Xerardo. 2006. “Património cultural: o casamento entre património e cultura”. ADRA: Revista dos sócios do Museu do Povo Galego 2:23-41.
Pérez, Xerardo Pereiro. 2009. “Turismo cultural: uma visão antropológica”. PASOS: Revista de Turismo y Patrimonio Cultural 2. http://www.pasosonline.org/colecciones/pasos-edita/108-numero-2-turismo-cultural.
Pinto-Correia, Teresa. 2004. “A multifuncionalidade da paisagem rural: Que desafio para o futuro?”. Pessoas e Lugares: Jornal de animação da rede portuguesa LEADER+ 2 (16): 8. http://www.idrha.pt/pl/jornalpl16.pdf (consultado em abril 2007).
Pitões das Júnias. s. d. “Dados Gerais”. http://www.pitoesdasjunias.com/dados-gerais.html (consultado em outubro de 2011).
Polanah, Luís António. 1992. “A propósito do comunitarismo na serra do Gerês”. Série Cadernos Culturais 2:57-66.
Reynard, Emmanuel. 2005. “Géomorphosites et paysages”. Géomorphologie: relief, processus, environnement 3:181-188. http://geomorphologie.revues.org/index338.html (consultado em setembro 2012).
Reynard, Emmanuel. 2008. “Scientific Research and Tourist Promotion of Geomorphological Heritage”. Geogr. Fis. Dinam. Quat. 31:225-230. http://www.glaciologia.it/wpcontent/uploads/Abstracts/Abstract312/18Reynard225230abst.pdf (consultado em setembro 2012).
Ribeiro, Maria Manuela. 1997. Estratégias de reprodução socio-económica das unidades familiares camponesas, em regiões de montanha Barroso (1940-1990): um estudo de Sociologia em que as mulheres também contam. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica.
Ribeiro, Maria Manuela. 2002. “Turismo e desenvolvimento de regiões desfavorecidas: o caso de Trás-os-Montes e Alto Douro - Portugal”. Raízes: Revista de Ciências Sociais e Econômicas 21 (1): 91-100.
Rodríguez Becerra, Salvador. 1997. “Patrimonio cultural, patrimonio antropológico y museos de antropología”. Boletín del Instituto Andaluz del Patrimonio Histórico 5 (21): 42-52.
Saladino, Alejandra. 2010. “Arqueologia patrimonializada e desenvolvimento social: perspectivas no Brasil e em Portugal”. Museologia e Patrimônio 2 (2): 38-45.
Salgueiro, Teresa Barata. 2001. “Paisagem e geografia”. Finisterra 36 (72): 37-53.
Santos, Maria Célia Teixeira Moura. 1996. “Processo museológico e educação: construindo um museu didático comunitário”. Em Cadernos de Sociomuseologia 7. Lisboa: Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia.
Santos, Myriam Sepúlveda dos. 2005. “Os conflitos entre natureza e cultura na implementação do Ecomuseu Ilha Grande”. História, Ciências, Saúde-Manguinhos 12:381-400.
Santos, Maria de Lourdes Lima dos. coord. 2005. O panorama museológico em Portugal, 2000-2003. Lisboa: Instituto Português de Museus (IPM), Rede Portuguesa de Museus (RPM), Observatório das Actividades Culturais (OAC).
Santos, Norberto, Fernanda Gravidão e Lucio Cunha. 2010. “Natureza, paisagens culturais e os produtos turísticos associados ao território”. Atas del IV Congresso Latino-americano de Investigação Turística, 22 a 24 de setembro. Montevidéu: Universidade da República do Uruguai, Universidade Nacional de Mar del Plata, Faculdade de Humanidades e Ciências da Educação (Uruguai), Universidade Austral do Chile, Centro de Pesquisas de Estudos Turísticos da Argentina, Sociedade de Pesquisadores em Turismo do Chile.
Saut, François. 2001. Écomusées et musées de société au service Du développement local, utopie ou réalité? Collection Jeunes auteurs 3. Lempdes: Centre National de Ressources du Tourisme en Espace Rural.
Scheiner, Tereza Cristina. 2012. “Repensando o museu integral: do conceito às práticas”. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi: Ciências Humanas 7 (1): 15-30.
Soares, Bruno Brulon e Tereza Cristina Scheiner. 2009. “A ascensão dos museus comunitários e os patrimônios ‘comuns’: um ensaio sobre a casa”. Anais do X Encontro Nacional de Pesquisa em Ciência da Informação (X ENANCIB), 25 a 28 de outubro. João Pessoa: Universidade Federal da Paraíba, Associação Nacional de Pesquisa e Pósgraduação em Ciência da Informação (ANCIB).
Stoffle, Richard. 2000. “Cultural Heritage and Resources”. Em Social Impact Analysis: An Applied Anthropology Manual, editado por Lawrence R. Goldman, 191-132. Oxford: Berg.
Taborda, Vergílio. [1932] 2011. Alto Trás-os-Montes: estudo geográfico. Coimbra: Universidade de Coimbra.
Teixeira, David José Varela. 2005. “O Ecomuseu de Barroso: a nova museologia ao serviço do desenvolvimento local”. Tese de mestrado em Património e Turismo, Universidade do Minho, Braga, Portugal.
Vecco, Marilena. 2007. L’evoluzione del concetto di patrimônio culturale. Milán: Franco Angeli.
Bibliografia
Barrosanis. 2009. “Touring Cultural e Paisagístico”. http://barrosanis.blogs.sapo.pt/9814.html. (consultado em outubro 2011).
Barroso Noticias. s. d. “Link de blogs de Barroso”. http://www.padrefontes.com/destaque.asp?codigo=191 (consultado em outubro 2011).
Câmara Municipal de Montalegre. s. d. “Notícias”. http://www.cm-montalegre.pt/ (consultado em outubro 2011).
CEAO (Centro de Estudos Ataíde Oliveira). s. d. “Narratives collected on Montalegre”. http://www.lendarium.org/place/?council=9 (consultado em outubro 2011).
DGDR (Direção-geral do Desenvolvimento Regional). s. d. Informação Geral. http://www.qca.pt/acessivel/dgdr/default.asp (consultado em outubro 2011).
Governo de Portugal - Ministério da Agricultura e do Mar. s. d. Gabinete de Paneamento e políticas. http://www.gpp.pt (consultado em outubro 2011).
Máxima Rotas & Destinos. s. d. “Floresta mágica”. http://www.rotas.xl.pt/0203/a02-00-00.shtml (consultado em outubro 2011).
“Minha terra minha gente”. s. d. Em Aldeia de Gralhas. http://aldeia-de-gralhas.webnode.pt/ (consultado em outubro 2011).
Ribeiro, Fernando. 2008. “Por terras de Barroso”. Flickr, fotografia. http://www.flickr.com/photos/fer-ribeiro/3069162969/#/ (consultado em outubro 2011).
V. A. 2008. “Lendas de Montalegre e Barroso”. Em Montalegre e Terras de Barroso. http://terrasdebarroso.blogspot.com.br/2008/06/lendas-de-montalegre-e-barroso.html (consultado em outubro de 2011).
Dimensions
PlumX
Visitas a la página del resumen del artículo
Descargas
Cómo citar
Licencia
Derechos de autor 2014 Autor - Revista
Cuadernos de Geografía: Revista Colombiana de Geografía es publicada por la Universidad Nacional de Colombia y está licenciada bajo los términos de Creative Commons Reconocimiento-NoComercial-SinObraDerivada 4.0 Internacional License.











