Publicado

2012-01-01

"A gente é invisível": sobre espaço carcerário feminino e gênero

"We're Invisible": About Female Prison Space and Gender

"Somos invisibles": sobre espacio carcelario femenino y género

DOI:

https://doi.org/10.15446/rcdg.v21n1.30710

Palabras clave:

espaço, espaço carcerário, gênero, Minipresídio Hildebrando de Souza, mulheres (pt)
space, prison environment, gender, Minipresidio Hildebrando de Souza, women (en)
espacio, espacio carcelario, género, Minipresidio Hildebrando de Souza, mujeres (es)

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Autores/as

  • Karina Eugenia Fioravante Universidade Federal do Rio de Janeiro
Este artigo tem por objetivo trazer algumas considerações acerca dos espaços carcerários femininos. Para tanto, utilizam-se as perspectivas trazidas pelas geografias feministas, especialmente sobre o conceito de gênero. O texto se divide em duas partes: primeiramente, discutem-se algumas reflexões teóricas que serviram como eixo norteador para a problematização da espacialidade carcerária feminina, apontando que esta se constitui de forma dinâmica e está permanentemente em construção. Posteriormente, este texto traz algumas considerações sobre o cotidiano prisional vivenciado pelas mulheres encarceradas na cidade de Ponta Grossa, Paraná, Brasil, evidenciando que essa espacialidade é permeada e transpassada por nítidas relações de poder.
The article sets forth various considerations regarding female prison environments from the perspective of feminist geographies, particularly concerning to the concept of gender. The text is divided into two sections. First one includes some theoretical reflections which guided the discussion towards female prison spatiality, in order to highlight the fact that the latter is dynamically constituted and is constantly under construction. The second section discusses the everyday life of women imprisoned in the city of Ponta Grossa, Paraná, Brazil, in order to show how that spatiality is permeated and traversed by clear power relations.
Este artículo tiene por objetivo traer algunas consideraciones acerca de los espacios carcelarios femeninos. Para ello, se utilizan las perspectivas traídas por las geografías feministas, especialmente sobre el concepto de género. El texto se divide en dos partes: primeramente, se discuten algunas reflexiones teóricas que sirvieron como guía para la problematización de la espacialidad carcelaria femenina, señalando que esta se constituye de forma dinámica y está permanentemente en construcción. Posteriormente, este texto trae algunas consideraciones sobre el cotidiano carcelario vivenciado por las mujeres encarceladas en la ciudad de Ponta Grossa, Paraná, Brasil, evidenciando que esa espacialidad es permeada y traspasada por nítidas relaciones de poder.

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Cómo citar

"Somos invisibles": sobre espacio carcelario femenino y género. (2012). Cuadernos De Geografía: Revista Colombiana De Geografía, 21(1), 55-64. https://doi.org/10.15446/rcdg.v21n1.30710